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Enf. Ana e Raquel

SPODOM: Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas

No dia de hoje, em que se comemora o dia internacional da osteoporose, é importante alertar para os riscos desta doença.

A osteoporose é uma doença metabólica em que os ossos vão enfraquecendo pela perda de massa óssea e perdendo progressivamente elasticidade e homogeneidade, tornando-os mais suscetíveis a fraturas, em particular na anca, coluna vertebral e membros superiores. (Silva, 2014)

Esta doença afeta, a nível mundial mais de 200 milhões de pessoas sendo que de 3 em 3 segundos ocorre uma fratura associada a osteoporose. (SPODOM, 2016)

Em Portugal, a osteoporose afeta 800 mil portugueses, tendo maior incidência nas mulheres após a menopausa, numa proporção de um homem para cada três ou quatro mulheres afetadas. (SPODOM, 2016)

As mulheres acima dos 60 anos são as mais afetadas pela doença, apesar dos homens também o poderem ser. A doença é frequente, como já foi referido, em mulheres no período após a menopausa e estima-se que cerca de 50% destas irão sofrer uma fratura resultante da osteoporose. Pensa-se que uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens acima de 50 anos sofrem uma fratura devido à osteoporose. Além do sexo feminino e da idade superior a 60 anos, existem outros fatores de risco para esta doença, tais como: ter história familiar de fratura, estatura baixa, magreza excessiva, fazer uma dieta pobre em cálcio, consumo excessivo de álcool, fumar, ter uma vida sedentária, ter algumas doenças (por exemplo, o hipertiroidismo), fazer alguns medicamentos, se encontrar imobilizado ou com mobilidade diminuída e a menopausa precoce. (TAVARES, 2007)

A prevenção desta doença passa pela prática de exercício físico e pela realização de uma alimentação saudável. (SIMÕES, 2015)

Ao nível do exercício físico, deve praticar regularmente exercício aeróbico (marcha, por exemplo, durante uma hora por dia), praticar também, duas a três vezes por semana, exercícios de força e carga, orientados pelo seu médico, mais específicos para ganhos de massa óssea localizada e treinar o equilíbrio e a coordenação motora, de modo a reduzir ao máximo o risco de queda, sobretudo nas pessoas idosas. (SIMÕES, 2015)

A alimentação deve ser saudável e rica em cálcio e vitamina D e deve evitar-se o excesso de proteínas, bebidas gaseificadas fosfatadas e café ou álcool em excesso.

Adotando um estilo de vida saudável, deve evitar-se fumar. (SIMÕES, 2015)

Nos últimos anos, assinalou-se uma evolução significativa no diagnóstico e no tratamento desta doença. Estão hoje disponíveis medicamentos que previnem de forma eficaz o aparecimento ou a progressão da osteoporose e que permitem o aumento da massa óssea, sobretudo para diminuir a incidência de fraturas vertebrais e não vertebrais. (SIMÕES, 2015)

- SILVA, A., et al (2014) “Fatores associados à osteopénia e osteoporose em mulheres submetidas à densitometria óssea”, Revista Brasileira de Reumatologia, Brasil, Sociedade Brasileira de Reumatologia, 223-228

- SIMÕES, E., (2015), “Osteoporose – Novas abordagens”, Sociedade Portuguesa de Reumatologia, Lisboa.

- TAVARES, V., et al (2007) “Recomendações para o diagnostico e terapêutica da osteoporose”, Acta Reumatologia Portuguesa, Portugal, Sociedade Portuguesa de Reumatologia, 49-59

Nutri. Vânia Soares

Esta é uma receita super simples, com poucos hidratos de carbono, para quem quer variar o básico do atum: almôndegas de atum!

Ingredientes:

  • 250gr grão-de-bico cozido ou batata doce;

  • 1/2 cebola média picada;

  • 1 dente de alho;

  • 1 ovo;

  • 1 c.sopa de queijo Quark;

  • 2 latas de atum ao natural;

  • 1 cenoura raspada;

  • Para temperar: pimenta, orégãos e manjericão seco.

Preparação:

Colocar todos os ingredientes excepto o atum e a cenoura no liquidificador. Misturar o atum e a cenoura raspada. Levar ao frigorífico durante 2 horas. Depois, fazer bolinhas com a massa e levar ao forno pré-aquecido por 25min a 180º.

Rende aproximadamente 20 bolinhas!

Duarte Belo (Quinta do Arneiro)

A 16 de outubro de cada ano comemora-se o Dia Mundial da Alimentação que assinala a criação da organização das Nações Unidas para a alimentação e a agricultura (FAO) em 1945.

É um dia em que se reforça a importância da luta contra a fome, garantindo que todos temos comida suficiente para levar vidas saudáveis e ativas.

Este ano o desafio lançado pela FAO é: “Muda o futuro das migrações. Investe na segurança alimentar e no desenvolvimento rural".

DESAFIOS DAS MIGRAÇÕES

As migrações são um grande desafio de hoje. Grandes grupos de pessoas e famílias partem das suas terras, umas em busca de proteção, outras de melhores condições de vida.

Nos países que as recebem, a partilha de espaços e outros recursos podem criar problemas ou tensões como temos assistido nos últimos anos.

Os locais de onde partem, muitos deles zonas rurais, sofrem com a perca de trabalhadores afetando as produções agrícolas e consequente diminuição de alimentos disponíveis.

O grande desafio que se coloca ao mundo atual é o de criar condições nos países de origem para aqueles que se encontram em dificuldades, não encontrem na migração a única solução para melhorar o seu nível de vida.

Em simultâneo com a pacificação das regiões em guerra que os políticos deverão encarar como prioritária, as instituições mundiais como a FAO, trabalham no sentido de travar o movimento migratório e a fome.

Programas de apoio à melhoria das produções agrícolas, ajudam a fixar populações e a melhorar a qualidade e diversidade da alimentação.

FOME E POBREZA

Sabemos que existem 2,1 mil milhões de pessoas pobres e que dos 800 milhões que passam fome a grande maioria vive em áreas rurais. Como é isto possível?

Muitas delas mudam-se para as grandes cidades em busca de emprego e melhores condições que lhes permitam enviar dinheiro para os que ficam.

Os que permanecem nas suas terras, sobrevivem com muita dificuldade, essencialmente no acesso a dinheiro para investir nas suas culturas, às tecnologias que lhes permitam ultrapassar os obstáculos climatéricos e de produção e também na dificuldade em comercializar os seus produtos por falta de mercados com dimensão e a distâncias rentáveis.

A agravar as consequências destas dificuldades, constata-se que parte significativas das populações em perigo, são mulheres, crianças e os mais velhos.

O TRABALHO DAS ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS

As organizações internacionais de cooperação deverão garantir que as pessoas possam escolher ficar em suas casas, se for seguro fazê-lo, ajudando-as a sair da fome e da pobreza.

Os agricultores necessitam que lhes sejam proporcionadas as ferramentas certas e o apoio a novos métodos de trabalho, incrementando as produções de forma a criar excedentes que possam ser comercializados nos mercados locais e regionais e permitam o aumento dos seus rendimentos.

É fundamental a implementação de novos programas de formação, com o estabelecimento de escolas agrícolas, que incluam maioritariamente crianças e jovens das áreas rurais, os futuros técnicos agrícolas capazes de se fixar nos territórios e contribuir para o desenvolvimento económico e social.

Espalhemos neste Dia Mundial da Alimentação, uma mensagem de esperança num mundo mais justo que alcance rapidamente o objetivo Fome Zero #ZeroHunger

Duarte Belo

Distribuidor da Quinta do Arneiro – Cabazes Biológicos para a Margem Sul

www.quintadoarneiro.pt


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